A doença aterosclerótica é caracterizada pelo acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias. Estas placas endurecem a parede e podem evoluir para estenose e até obstrução do vaso, impedindo a passagem de sangue de forma natural. Este entupimento impede a chegada de sangue rico em oxigênio para os tecidos.

A falta de oxigênio, por sua vez, afeta os órgãos do corpo de forma diferente. Por exemplo, ao acometer os rins, pode-se evoluir com pressão arterial elevada e até diminuir o funcionamento renal, resultando em insuficiência renal. Já o agravamento do fluxo arterial nas pernas pode se manifestar com fortes dores locais, dificultando caminhadas em curtas distancias. Em casos extremos, essas dores nas extremidades inferiores podem ser constantes e até associarem com o surgimento de úlceras.

O diagnóstico depende desde um exame clínico adequado, associado com a realização de exames de imagem. Entre os exames disponíveis, existem métodos não invasivos como ultrassom doppler ou até arteriografia, que são exames de imagem invasivos.

O tratamento envolve uso de medicamentos diários, melhora nos hábitos de vida e, em casos extremos, cirurgias.